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Quase 50 mulheres da região de Umuarama participam de Marcha das Margaridas

O evento aconteceu em Brasília reunindo representantes da agricultura familiar

Foto: Colaboração/ Redes sociais

REDAÇÃO O Bemdito 14 de agosto de 2019 19h10

47 mulheres da região de Umuarama participaram da Marcha das Margaridas, entre terça e quarta-feira (13), em Brasília. O evento reúne representantes da agricultura familiar de todas as regiões do país e acontece a cada quatro anos. O objetivo do encontro é reivindicar direitos das mulheres do campo.

Durante a manifestação, as mulheres percorreram cerca de 6 km, rumo à Esplanada dos Ministérios. O evento é coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) com a participação de todas as federações filiadas, entre elas a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep).

Conforme o coordenador da Fetaep regional, Carlos Sestari, cada município da região de Umuarama tinha o direito de levar no máximo duas representantes da agricultura familiar. Elas chegaram em Brasília na terça-feira (13), participaram de oficinas que englobam direitos da mulher, reforma da previdência e direitos dos trabalhadores rurais. “Elas não vão passear vão para lutar pela igualdade dos direitos das mulheres”, diz Carlos.

Após a manifestação que ocorreu na manhã desta quarta-feira (14), as representantes da região estão retornando ao Noroeste e devem chegar na quinta-feira (15).

Idalina Ramos é uma das que participou da manifestação, representando Umuarama. “Foi uma viagem maravilhosa. As mulheres que estavam presentes foram bem ativas. Fizemos o nosso papel e estamos contentes porque viemos defender a nossa bandeira em prol do nosso trabalhador e do nosso agricultor. A mulher sabe como cultivar a terra e ela precisa ser valorizada”, ressalta Idalina.

O nome da marcha ‘Margarida’ é utilizado para representar agricultoras familiares, extrativistas, artesãs, quilombolas, indígenas e muitas outras, que hoje são denominadas de mulheres trabalhadoras do campo, da floresta e das águas. Foi escolhido em homenagem à Margarida Maria Alves, uma mulher nordestina que ocupou por 12 anos a presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba, que foi assassinada aos 40 anos de idade, deixando uma mensagem de luta, justiça, igualdade e paz.


(Informações: Redação e Bem Paraná)

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