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Colunista

Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!

ANDRÉA SEFRIAN (*) O Bemdito 11 de setembro de 2019 09h08

Estima-se que em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer, num ou noutro momento da vida, de problemas de saúde mental e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave.A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade.Em cada 100 pessoas, aproximadamente, 1 sofre de esquizofrenia.

Ao longo da vida, todos nós podemos ser afetados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade.Algumas fases, como a entrada na escola, a adolescência, a menopausa e o envelhecimento, ou acontecimentos e dificuldades, tais como a perda de familiar próximo, o divórcio, o desemprego, a reforma e a pobreza, podem ser causa de perturbações da saúde mental. Assim como os fatores genéticos, infecciosos ou traumáticos que podem também originar doenças mentais graves.

As pessoas afetadas por problemas emocionais são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos, como: “As doenças mentais são fruto da imaginação”; “As doenças mentais não têm cura”; “As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas.”

Porém o que nossa sociedade precisa se conscientizar é que além do tratamento, mesmo nas doenças mais graves, é possível controlar e reduzir os sintomas com medidas de empatia e reabilitação. Todos nós podemos ajudar não estigmatizando, apoiando o tratamento, integrando e acreditando nessas pessoas que não conseguem mais nem fazer isso por elas mesmas.

Os indivíduos com problemas de saúde mental são cidadãos de pleno direito. Não devem ser excluídos do resto da sociedade, muito pelo contrário, devem serapoiados no sentido da sua real integração na família, na escola, nos locais de trabalho e na comunidade.

O envolvimento das famílias nos cuidados e na reabilitação destas pessoas é reconhecido como fator chave no sucesso do tratamento.

Acredite, se você está passando por alguma dificuldade ou sabe que anda emocionalmente doente, isso não é o fim de uma vida! Existe tratamento, existe ajuda, existe esperança sim! Não desista ainda!!!

Para manter uma boa saúde mental em primeiro lugar não se isole! Reforce os laços familiares e de amizade, diversifique os seus interesses, experimente fazer coisas que nunca fez antes, mesmo sem vontade. O enfrentamento é o único remédio eficaz para superação da depressão e falta de motivação.

Mantenha-se intelectual e fisicamente ativo. Procure se ocupar de atividades que te dão prazer. Consulte um psicólogo, perante sinais ou sintomas de perturbação emocional. Não seja um mero espectador da vida! Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!

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(*) Andréa Sefrian (CRP08/12599) é Psicóloga Especializada em Gestão Estratégica de Pessoas pela PUC-PR, atua há 10 anos como psicóloga clínica ( CLINIMED ), além de ser palestrante e prestar consultorias e treinamentos em instituições e empresas,  conciliando com o trabalho de Psicóloga do CRAS do Município de Xambrê, concursada há mais de 6 anos. Apaixonada pelo ser humano, acredita que sua missão de vida é trabalhar ouvindo histórias e construindo possibilidades de esperanças. 

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