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Polícia

Polícia Civil de Altônia investiga esquema de receptação de cargas roubadas na região

Segunda carga de óleo de cozinha foi recuperada pela polícia civil

Carga de óleo vegetal roubada foi apreendida nesta semana em Iporã
Carga de óleo vegetal roubada foi apreendida nesta semana em Iporã
Foto: Polícia Civil de Altônia

O Bemdito 10 de janeiro de 2019 16h46

Policiais civis de Altônia e Iporã recuperaram a segunda carga de óleo de cozinha roubada em um curto espaço de tempo. A primeira apreensão do produto aconteceu no dia 3 de janeiro, em Altônia. A segunda recuperação foi realizada em Iporã, na última segunda-feira (7).

De acordo com o delegado de Altônia, Reginaldo Caetano da Silva, que coordena o trabalho, a carga apreendida em Iporã está avaliada em R$ 80 mil. As 846 caixas estavam escondidas em um prédio comercial fechado, localizado na rua Ari Barroso 526, no centro de Iporã.

Caetano informa que ninguém foi preso, pois não havia pessoas no local. Porém, duas contas de água foram apreendidas e levaram à identificação do dono do imóvel, que estava cedido a um homem de apelido ‘Monstrinho. Ele é acusado de receptar a carga de óleo vegetal da marca Coamo, que foi roubada em 28 de dezembro de 2018, na cidade de Botucatu/SP.

O delegado explica que esta apreensão foi um desdobramento das investigações que, na semana anterior, levaram à apreensão de metade de outra carga de óleo, da marca Leve – a outra metade já havia sido receptada por comerciantes de Altônia.

Segundo Caetano, a polícia tem indícios de que se tratam de roubos forjados para fraudar o seguro, pois até agora um motorista aparece como vítima de mais de um crime. “Há indícios do envolvimento de várias pessoas, desde motoristas de caminhão, intermediadores/receptadores e comerciantes/receptadores na região”, informa. Acrescentando que o esquema aparentemente é antigo “tanto que há suspeita de que cargas de arroz, açúcar, leite e até materiais para construção roubados foram trazidos para a região”.

Ao todo, nove pessoas já foram identificadas como sendo integrantes do grupo que atua nestes roubos. Eles são moradores em Altônia, Iporã e Cambé. A polícia trabalha na investigação para solicitar a prisão dos integrantes, que poderão responder pelos crimes de receptação qualificada e associação criminosa. As penas ultrapassam 10 anos de reclusão.


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