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Amor ao rock é motivação e inspiração da banda Baú Elétrico de Umuarama

Neste Dia Mundial do Rock conheça a história de uma das bandas mais populares da Capital da Amizade e a identificação dos integrantes com o rock and roll

Foto: Arquivo pessoal

ANDRESSA ZAFFALON O Bemdito 13 de julho de 2019 15h21

Você conhece algum estilo musical que tem um dia dedicado só para comemorar sua existência, no mundo todo? Pois é, o rock é o único gênero de música que possui um Dia Mundial. Essa data é celebrada neste sábado, 13 de julho. Ao redor do globo terrestre, várias localidades e bandas adeptas ao estilo celebram o dia com festas, tributos e memórias de vivências importantes que permearam a história do rock and roll ao longo das décadas. Muitos desses grupos fazem desse gênero musical um estilo de vida.

Uma das bandas criadas por amor ao rock, que faz sucesso com o estilo empregado em Umuarama é a Baú Elétrico. O grupo é formado por quatro pessoas e existe desde 2017. Com apenas dois anos de existência, já conseguiu ser uma das mais populares de rock and roll na Capital da Amizade. A equipe, inclusive, foi escolhida para fazer a abertura e o encerramento da banda Capital Inicial, que se apresenta na próxima sexta-feira (19), a partir das 23h. Mas, você conhece um pouco da história do Baú Elétrico? Se não, o OBemdito traz para você!

Baú Elétrico

Formada pelo vocalista Gláucio Moura, guitarrista Giancarlo Padilha, baixista Danilo Orben e bateirista Jhossefe Pessini, a banda inicialmente tinha o intuito de fazer apenas tributos de The Rolling Stones. “Nós já nos conhecíamos de bares e encontros noturnos. Todos os integrantes do grupo já tinham participado de outras bandas anteriormente, então, em conversas, decidimos que iríamos formar uma equipe nova só para apresentar as músicas de uma de nossas bandas prediletas. Nós tínhamos esse gosto em comum pelo The Rolling Stones”, conta Gláucio.

A ideia, porém, se expandiu, na medida em que o sucesso da banda crescia na cidade e os integrantes começaram a firmar os passos no grupo musical. Depois de um tempo, eles começaram a apresentar músicas de outros artistas e nunca mais pararam. Para Danilo, a escolha por formar uma banda de rock se deu pela identificação que os integrantes tinham com o estilo. “Desde criança eu sempre escutei rock e foi a partir do meu gosto que tive o interesse de aprender a tocar os instrumentos musicais. Eu gosto do estilo porque o rock nunca morre. Ele sempre se reinventa. Há estilos que cresce muito durante um tempo e depois vão se perdendo em características que se repetem. O rock é ousado, tem diferentes letras e batidas; não é sempre a mesma coisa”, diz Danilo.

Para Gláucio, o estilo do rock perpassa a indústria cultural. “A maioria das letras tem um questionamento social e traz uma mensagem, seja através da letra ou do ritmo. Com o rock você pode falar de assuntos tabus, como liberdade sexual, por exemplo. A música faz a pessoa refletir sobre a vida e a sociedade. Foi por conta de nos identificarmos com essas características que decidimos criar a nossa banda de rock”, destaca Gláucio.

Gláucio é o vocalista da banda Baú Elétrico. Foto: Bruno Alex/OBemdito

Danilo é o baixista da banda. Foto: Bruno Alex/OBemdito

Giancarlo é o guitarrista da banda. Foto: Bruno Alex/OBemdito

Vivências

Além de Umuarama, o Baú Elétrico já se apresentou em Altônia e Paranavaí. A banda tenta ensaiar pelo menos uma vez na semana, mesmo com os afazeres do dia a dia, pois apesar de serem músicos, os integrantes da equipe também atuam em suas profissões. Gláucio, por exemplo, trabalha como comerciante; Giancarlo é servidor público; Danilo é publicitário; e Jhossefe é moveleiro e professor de música.

“Para mim, os ensaios e as atividades da banda não pesam no meu dia a dia. É como se fosse uma terapia. Às vezes com a correria da rotina tudo o que mais quero é encontrar os meninos para ensaiarmos ou tocarmos em algum lugar. A conexão que temos um com o outro me motiva a continuar. Só de olhar para cada um nós já percebemos o que cada integrante quer fazer; se vai pegar um solo ou permanecer no mesmo ritmo, por exemplo”, ressalta Gláucio.

Hoje em dia a banda tem um repertório com músicas do The Rolling Stones, Creedence, Lynyrd Skynyrd, Raul Seixas, Rita Lee, Lobão, Titãs, entre outros. O próximo projeto do grupo é também cantar músicas de Pink Floyd e promover um “Baú Acústico”, que é o oposto de “elétrico”, já que não tem a utilização de instrumentos eletrônicos.

Questionados sobre a origem do nome da banda, os integrantes também disseram que possui um significado. “Baú”, nesse caso, remete-se um repertório de memórias e de músicas antigas. “Nós sempre cantamos músicas de décadas passadas e queríamos preservar essa característica”, explica Giancarlo.

Já o “elétrico” diz mais a respeito do fato de eles utilizarem instrumentos “plugados”, ou seja, eletrônicos. A palavra também denota um outro motivo especial, que parece ser um dos principais aspectos da banda: a conexão entre os integrantes. “Elétrico fala muito de energia e nós sentimos isso entre nós, sem precisar de muitos esforços. Nós fizemos a banda pelos nossos compartilhamentos de gostos, mas também porque amamos o rock and roll. E para que uma banda tenha sucesso, precisa haver essa cumplicidade entre os integrantes”, finaliza Gláucio.

Foto: Prefeitura Municipal de Umuarama

Foto: Prefeitura Municipal de Umuarama

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