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Casa da Sopa do Parque Industrial sobrevive com doações e voluntariado

Foto: Bruno Alex

O Bemdito 13 de julho de 2018 16h00

Com a missão de incentivar e consolidar a cultura e o trabalho, promover a educação para o exercício consciente da solidariedade e da responsabilidade em ações do cotidiano, a Associação Vida e Solidariedade do Parque Industrial tem o objetivo de desenvolver a consciência sobre a importância de se viver em ambiente de paz.

Fundada em 2003, a ‘Casa da Sopa’, atende hoje 77 crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 17 anos, em contra turnos escolares e desenvolve projetos e atividades que mantém os jovens dentro da associação.

A Vida e Solidariedade é uma entidade de Assistência Social de Proteção Básica sem fins lucrativos, que presta serviço de forma continuada, permanente e planejada.

Além de aulas de computação básica, jogos disciplinares, educação física e artística, com pintura e confecção de artesanatos, oferta também o treinamento de Jiu Jitsu, no projeto denominado ‘Anjos do Tatame’, que leva os alunos a competições em torneios internacionais. Do barracão da Dona Maria da Sopa, já saíram alguns campeões.

Há duas semanas, participaram do Campeonato Mundial de Jiu Jitsu, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Raiane Silva Alves voltou para Umuarama com uma medalha de ouro. Lorena Lohaine Alves Lira garantiu a prata e Diego Souza Siqueira o bronze.

De acordo com o professor Tomeya Sasahara, os atletas corresponderam a suas expectativas. Ele destaca que agora o objetivo é intensificar os treinamentos e ‘lapidar’ estes pré-adolescentes, que já tem várias medalhas e conquistas em sua jornada esportiva.

Alimentação

A associação é mantida através de subvenções da Prefeitura Municipal e de doações. São quatro funcionários e diariamente entre quatro ou cinco voluntários participam do programa de alimentação gratuita.

Toda a comida é fruto de doação da própria comunidade. “Aqui a gente recebe de graça e serve também de graça”, salienta dona Maria do Carmo da Silva.

Aos 85 anos, ela revela que é a fé em Deus e o amor pelos carentes lhe dão forças para continuar com o projeto. “Tudo começou na minha casa, quando fazia o almoço para eles e depois o projeto foi só crescendo, até que em 2003 foi fundado o programa aqui neste barracão. Eu acredito em Deus, e nas pessoas carentes. Tenho fé e com ela continuou aqui, sempre contando com a ajuda dos amigos voluntários”, salienta dona Maria da sopa.

Diariamente são servidas entre 40 e 50 refeições apenas no almoço. “Alguns também levam marmitas para os parentes e também levam para o jantar”, conta.

As doações de arroz, feijão, salada, macarrão, e quaisquer outros alimentos não perecíveis, podem ser feitas direto no barracão no Parque Industrial, na rua Jorge Carlos Jardim, s/n, ou agendando a retirada pelo telefone (44) 3639-3688.

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