UmuaramaSol com muitas nuvens. Períodos de céu nublado com chuva. À noite o tempo fica firme.19º27º
|

Umuarama

Manicure relembra casamento após encontrar medalha de Santo Antônio em bolo

A moradora de Umuarama, Rafaela Stel, encontrou companheiro de relacionamento no mesmo ano em que encontrou a medalha do santo casamenteiro em um pedaço de bolo

Foto: Ricardo Trindade/ OBemdito

REDAÇÃO O Bemdito 13 de junho de 2019 18h35

Tradição, crença e religiosidade. Essas características estão envoltas neste dia 13 de junho, em que o catolicismo celebra o Dia de Santo Antônio. Conhecido como casamenteiro, o frade franciscano passou parte da vida buscando ajudar mulheres mais pobres a encontrar maridos, pagando dotes para que elas pudessem se casar.

Como a história do Santo perpetuou-se ao longo dos anos, muitos católicos acreditam que ele pode interceder por um parceiro ideal. Devido a essa crença, algumas tradições que visam buscar a benção do casamenteiro são praticadas no Brasil. Em Umuarama, uma das mais comuns é a compra de pedaços de bolos da Casa da Paz, que são confeccionados em alusão a Santo Antônio pelas voluntárias da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

A tradição diz que encontrarem uma medalhinha do santo dentro do bolo encontrarão um amor e se casarão em breve. Centenas de medalhinhas são coolocadas nos milhares de pedaços de bolo gelado e, algumas pessoas comemoram quando encontram uma delas, tendo a esperança de que bons tempos amorosos estão por vir.

Esse é o caso da manicure Rafaela Stel, de 28 anos, moradora em Umuarama. Ela ganhou um pedaço de bolo em junho de 2011 e encontrou a medalhinha na massa. “Eu não era muito de acreditar. Mas confesso que quando ganhei o bolo, uma amiga comentou que logo eu iria ‘desencalhar’. Na época eu tinha 20 anos, então nem me importava muito com isso, mas fiquei com uma ponta de esperança de que teria um bom casamento”, conta Rafaela.

Benção, sorte ou coincidência?

Na época, Rafaela já namorava com um rapaz. No dia em que ganhou o bolo tinha ido na casa de uma amiga descansar de uma noite em claro que passou tentando consolar o parceiro que tinha acabado de perder um ente querido. No entanto, não foi com esse homem que Rafaela casou. Logo eles terminaram e no mesmo ano, em novembro, ela começou um relacionamento com outro homem, que se tornaria seu marido anos depois.

“Eu acho que tudo acontece como tem que ser. Não sei se a medalha que encontrei teve um significado real na minha história com o meu marido, mas, assim que eu terminei meu relacionamento anterior, acreditei que logo encontraria uma outra pessoa para me relacionar, que gostasse de mim. Então todos os fatos possuem uma ligação. Talvez se eu não tivesse esperança na medalha eu não teria acreditado que valeria me envolver novamente”, conta Rafaela.

Após encontrar um novo companheiro, Rafaela namorou com o homem e teve um relacionamento estável por cinco anos, até que em 2016 eles decidiram se casar. “Pode ser coincidência essa possível benção de Santo Antônio, mas acho que assim como todas as crenças, tudo só vale se você realmente acredita no que acontece e no que está fazendo. Quando eu vi a medalhinha, fiquei contente e pedi para Deus apenas que me enviasse a pessoa mais ideal para viver comigo. E foi assim que aconteceu, porque o Fábio (marido) é companheiro, compreensivo e parceiro, o que acredito que é ideal para um relacionamento”, diz Rafaela.

Abençoado por Santo Antônio ou não, o relacionamento de Rafaela e Fábio é um dos exemplos de que a esperança é essencial na busca por um companheiro.

Foto: arquivo pessoal

 

Comente

Leia também

CAMPESTRI
Baruck
TUCCA
Fabio Rebuci
LAB
CURSO

Mais lidas

OFERTA VIVIAN 2
GAZIN
TOYOTA
OFERTA VIVIAN 1
CARRETÃO - Qualidade Dose Dupla