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Presidente de ONG de Umuarama concorre ao prêmio Cláudia

Foto: Pablo Saborido/CLAUDIA

O Bemdito 10 de agosto de 2018 15h28

Em sua 23ª edição, o prêmio Claudia (da revista Claudia) tem uma moradora de Umuarama concorrendo. Bruna Marcelly Coutinho, presidente do Grupo União pela Vida, é uma das finalistas e conta com a votação da comunidade para vencer em sua categoria.

O Prêmio Claudia tem como foco principal a educação. A equipe da maior premiação feminina da América Latina percorre as cinco regiões do país, sob a coordenação da jornalista Giuliana Bergamo, em busca de pessoas que atuam por um Brasil melhor para todos. Entre as categorias do prêmio está ‘Consultora Natura Inspiradora’, em parceria com a Natura, que é onde Bruna está inscrita.

No site da premiação consta um relato do trabalho desenvolvido por cada concorrente. Confira a publicação sobre Bruna Marcelly Coutinho:

As camas da casa de número 3645 da avenida Rondônia, na paranaense Umuarama, estão permanentemente arrumadas. Na cozinha, o almoço cheiroso é servido por volta do meio-dia, e a sala está pronta para receber quem precisa de conforto. Ali, porém, não moram parentes. É a sede do Grupo União pela Vida, ONG fundada há 18 anos para acolher quem vive com o vírus HIV, causador da aids.

“Frequentemente chegam mulheres que foram expulsas de casa e até violentadas quando o marido ou familiares descobriram o diagnóstico”, diz Bruna Marcelly Coutinho, presidente da organização. “Passadas três décadas, desde a divulgação dos primeiros casos e com tantas informações e conhecimento adquirido, ainda há preconceito e discriminação”.

Além de amparo, a ONG oferece apoio psicológico e assistência social para assegurar a continuidade do tratamento, cujos efeitos colaterais são fortíssimos. Ainda orienta sobre os direitos dos pacientes.

Durante anos, Bruna viveu o drama das famílias e dos portadores de HIV. Ela era criança quando seus pais descobriram que tinham o vírus. “Meu pai estava ficando muito doente e ninguém sabia o motivo”, lembra. O falecimento de José Ribeiro, aos 44 anos, abalou econômica e emocionalmente Bruna, as duas irmãs mais novas e, em especial, a mãe delas, Valdemir Coutinho. “Depois, os sintomas a derrubaram. Ela mal conseguia trabalhar”.

Bruna conheceu então a União pela Vida, que a princípio as socorreu com alimentos. Mais tarde, a instituição orientou a garota a buscar cursos profissionalizantes. “Quando minha mãe faleceu, fiquei sem chão, mas a presidente da União, Sirlene Cândido, me acolheu”.

Reerguida, Bruna quis estender a outras pessoas o alento que havia recebido. Ao manifestar isso, foi convidada a assumir a tesouraria e, depois, a presidência do grupo. Para dar conta dos compromissos como consultora Natura e conduzir a ONG, ela se disciplinou. Assim, consegue obter sucesso nas duas empreitadas. “Meu objetivo é empoderar quem vem a nós para que viva com dignidade como qualquer pessoa”.

Para votar em Bruna na premiação clique aqui.

(Com informações: Claudia)

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