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Rebecca começa a retomar sua rotina quase seis meses após o transplante

Foto: Arquivo pessoal

JAQUELINE MOCELLIN O Bemdito 13 de fevereiro de 2019 18h29

No final de fevereiro completam seis meses desde que a pequena Rebecca Marchi Ally passou pelo transplante de medula óssea. O tratamento foi necessário para buscar a cura de uma leucemia mielóide aguda, diagnosticada ainda em 2017.

O transplante aconteceu no dia 31 de agosto de agosto, no hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Desde então, foram meses de cuidados intensivos no hospital. Em dezembro a menina e sua família foram liberados para regressar a Umuarama.

Em casa, os cuidados tiveram continuidade e agora Rebecca e sua família começam a retomar a rotina. Na última terça-feira (12), por exemplo, eles foram ao mercado. Na página do Facebook, a mãe Patriccia Ally, compartilhou o momento: “Boa noite! Pessoal a nossa Rebecca está ótima. Cada dia melhor. Nossa vida aos poucos voltando ao curso normal. Hoje fomos pela primeira vez ao supermercado com ela. Cada coisa que é liberada para fazer é motivo de muita gratidão! Deus abençoe a todos, em especial nosso anjo doador!!!”.

Em conversa com OBemdito, Patriccia disse que um dos maiores pedidos da filha era ir ao mercado. “Como os exames estão muito bons, colocamos a máscara e fomos rapidamente. Ela adora fazer compras e normalmente queria comprar tudo o que via pela frente. Porém, desta vez ficou tão feliz, que sentou no carrinho e estava maravilhada com tudo, que nem pediu tanta coisa”.

O passeio foi rápido e a mãe conta que Rebecca recebeu muito carinho das pessoas que a reconheciam a todo momento. “O pessoal acompanhou nossa luta e reconheceu ela no mercado. Muitos abanavam, jogavam beijos”, conta Patriccia, agradecendo o carinho de todos.

As primeiras visitas que a família está recebendo em casa também são rápidas. Patriccia explica que por enquanto apenas alguns parentes estão liberados para visitá-los. “Poucos familiares estão tendo contato. Precisam estar bem de saúde e a Rebecca usa máscara. Acredito que no final de semana iremos a um casamento, mas tudo com cautela”, informa.

A mãe lembra que além do pouco contato direto com pessoas, a rotina dentro de casa estava estressando a pequena, que é bastante ativa. Ela não pode, por exemplo, tomar sol, que agride sua pele sensível e pode causar feridas. “Meus sobrinhos foram visitá-la, o que está sendo muito bom. O isolamento estava deixando a Rebecca muito estressada. No mês de março vamos fazer novos exames, após os seis meses de transplante e, dependendo do resultado, ela será liberada aos poucos para mais atividades”.

De acordo com a mãe, se os resultados forem positivos, Rebecca passará por uma bateria de vacinação, visando sua imunização. “Ela vai receber todas as vacinas, igual um recém-nascido. Se tudo ocorrer dentro do normal, poderá até ficar sem a máscara”, diz Patriccia, extremamente otimista.

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