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Umuarama

Servidores anunciam estado de greve para pressionar Pozzobom

Foto: Bruno Alex

REDAÇÃO O Bemdito 15 de maio de 2018 19h49

Em assembleia geral extraordinária, o sindicato dos Servidores Públicos de Umuarama deliberou estado de greve no início da noite desta terça-feira (15). A reunião aconteceu no meio da avenida Rio Branco, em frente ao prédio da Prefeitura Municipal.

A principal reivindicação é de que o Poder Executivo faça a retirada de um projeto de lei já enviado à Câmara Municipal para apreciação.

De acordo com o presidente do Sispumu (Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Umuarama), José Donizete Galieta, tal proposição não foi aceita principalmente pelos professores da rede municipal.

“O prefeito está retirando todos os artigos que dizem que o professor tem vantagem em cursos de aperfeiçoamento, onde ele tem atestado médica ou que possa fazer cursos em que possam aumentar o percentual de faturamento, o prefeito está tirando tudo”, disse, ressaltando que o Executivo está também tirando o direito do professor escolher turma no próximo ano, se ele ficar afastado com atestado médico. “O professor não tem o direito de ficar doente!”, salientou.

O Projeto de Lei de 037/2017 já passou pela comissão de Justiça e Redação e aguarda parecer jurídico para ser enviado à discussão na ordem do dia na Câmara.

Segundo Bruno Schmidt, procurador jurídico do Sispumu, o estado de greve permanecerá até que o projeto seja retirado de tramitação por parte do Executivo. Caso entre em discussão, existe o risco de que a classe inicie uma paralisação.

Centenas de servidores participaram da assembleia, sendo a maior parte professores municipais. A maioria se manifestou favorável a uma futura paralisação.

No site da Câmara, o leitor de OBemdito pode analisar os detalhes do projeto de lei (clique aqui).

Prefeitura

Na última quinta-feira (10), em entrevista a OBemdito, o prefeito Celso Pozzobom informou que o Executiva não quer retirar direitos da categoria. “Nós não queremos retirar nada dos professores, mas verificamos através das contas que se o plano de cargos continuar da forma em que está, nos próximos três anos o município não terá como pagar mais estes servidores”, afirmou.

O gestor acrescentou: “Nós teremos que contratar mais 159 professores, além dos 122 em regime de PSS e outros 160 estagiários, além dos que já estão atuando, para atender aos mais de 9700 alunos da rede pública”.

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