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Paraná

Alunos da escola municipal de Pérola visitam Brinquedoteca da Unipar

Recepcionados por estagiárias do curso de Pedagogia, crianças se divertiram e aprenderam brincando
Recepcionados por estagiárias do curso de Pedagogia, crianças se divertiram e aprenderam brincando
Foto: Divulgação Unipar

O Bemdito 17 de abril de 2018 15h52

Buscando se aproximar mais da comunidade, a Brinquedoteca da Universidade Paranaense – Unipar, em Umuarama, iniciou sua programação de atendimento a crianças das escolas públicas. A primeira contemplada pelo projeto de extensão do curso de Pedagogia foi a Escola Municipal Arminda Rodrigues de Souza, de Pérola.

A coordenadora pedagógica da escola, professora Silvia Stocki, aceitou o convite da equipe da Unipar porque tem a intenção de trabalhar o tema ‘Brincar Saudável’, utilizando métodos ativos de ensino, na rede de escolas do seu município. A Brinquedoteca foi a escolha para o início da execução desse plano.

Segundo a professora, o projeto da Unipar segue uma metodologia moderna, que prima pela socialização como importante aprendizado. “Aqui, as crianças, brincando, aprendem a respeitar os colegas e as regras, atitude que faz parte do bom convívio em grupo; além disso, brincar ajuda a fortalecer o corpo e é o alimento para a imaginação”, destaca.

Ela trouxe mais de 30 crianças.

Criada há 19 anos, a Brinquedoteca da Unipar é um projeto lúdico-científico que recebe crianças de 3 a 10 anos de idade. Estagiários do curso de Pedagogia são treinados para monitorar as brincadeiras. O espaço que conta com sala do faz-de-conta e de jogos, camarim, biblioteca, mercadinho, escolinha, meios de transporte e artes. E o espaço externo propicia o brincar de amarelinha, perna-de-pau, carrinhos, atividades com arco, bola e corda, entre outras opções tradicionais.

Uma das estagiárias, Ana Maria Deangelo está no primeiro ano do curso e não dispensou a chance de atuar no projeto. Ela está entusiasmada com a experiência que vem alcançando: “Aqui aprendemos que não é simplesmente jogar um brinquedo no chão ou dar para a criança... é preciso educar, acompanhar e principalmente mostrar para ela que, além de brincar propriamente, é preciso aprender a cooperar, a se concentrar e a resolver os problemas que surgem durante a atividade”.

Coordenado pela professora Lucyelena Picelli, o projeto faz mais de seis mil atendimentos anuais. Ela acompanhou os trabalhos.

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