Familiares e uma legião de amigos homenageiam a jovem Gisele Prado  Foto: Jaqueline Mocellin
Familiares e uma legião de amigos homenageiam a jovem Gisele Prado Foto: Jaqueline Mocellin

Comoção e inconformidade no rápido adeus a Gisele Prado

Difícil mensurar a dor que marca o velório de Gisele Prado na capela mortuária de Maria Helena, na tarde desta quarta-feira (6). Familiares e uma legião de amigos prestam a homenagem derradeira à jovem introvertida que sonhava cantar profissionalmente e que teve os planos interrompidos por um crime hediondo no final de semana.

Gisele era muito querida e não são poucos os que gostam de enfatizar que ela não costumava esperar as coisas caírem do céu. Ao mesmo tempo que traçava com sobriedade os passos da carreira solo, dava duro de sol a sol.

Residia com o pai em Maria Helena e trabalhava em Umuarama. "Trabalhou conosco por um ano e oito meses, como auxiliar de cobrança. Era uma pessoa exemplar", avalia o empresário João Boleta, sócio-proprietário da Campo Bom.

"É uma grande perda e na empresa todos estão sentindo muito".

Segundo o amigo Tiago dos Santos Pereira, Gisele realizava diversos showzinhos em Maria Helena e região. Gostava muito de sair com os amigos e não era de baladas. "Estava sempre com o violão na mão e gostava de ir à igreja. Participava de vários acampamentos católicos", destaca.

O sepultamento está previsto para as 17h.

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