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Saúde

Especialista da Uopeccan alerta sobre a importância da higienização das mãos

Higienização correta pode prevenir doenças e infecções
Higienização correta pode prevenir doenças e infecções
Foto: Eugeneonline/ Thinkstock/ Getty Images

O Bemdito 2 de maio de 2018 12h11

No dia 05 de maio, a OMS (Organização Mundial da Saúde) celebra o Dia Mundial da Higienização das Mãos. Já bastante difundida na área da saúde, a data tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância da correta higienização das mãos, essencial para a prevenção de doenças e infecções. De acordo com dados da Unicef, quando realizado corretamente, o hábito pode reduzir o número de mortes relacionadas a diarreia em mais de 40% e de doenças respiratórias em mais de 20%.

Com base nisso, dentro dos Hospitais e unidades de saúde, não é raro visualizar orientações sobre a higienização e lavagem das mãos. No entanto, segundo a enfermeira especialista em controle de infecção hospitalar do Hospital Uopeccan, Marisa Cristina Preifz de Carvalho, é importante levar estas orientações para a prática. “Com as mãos limpas, todo mundo fica mais seguro. No Hospital, isso se aplica para acompanhantes, pacientes e, principalmente, para colaboradores”, comenta.

Como higienizar as mãos

A higienização das mãos pode ser feita de duas maneiras: com água e sabão ou com solução alcóolica. Quando a higienização é feita com água e sabão, a OMS orienta que o processo dure entre 40 e 60 segundos e que o indivíduo molhe as mãos e os pulsos com água. Depois, passe o sabão até cobrir toda a superfície e esfregue cada palma sobre o dorso da outra mão, entre os dedos e, por fim, as palmas. Então, deixe as mãos ensaboadas durante 15 segundos e enxague com bastante água corrente.

No caso da solução alcoólica, a recomendação é que o processo dure entre 20 e 30 segundos e que seja colocada uma quantidade de álcool em gel na palma das mãos (suficiente para atingir todas as superfícies) e o indivíduo esfregue bem o dorso, a palma, os dedos, o vão dos dedos e os polegares. Também é preciso se atentar às pontas dos dedos e as unhas. Se atentando a esses detalhes, as mãos deixarão de ser uma porta de entrada de doenças para assumirem o papel de verdadeiras barreiras de vírus e bactérias.

Durante ambos os processos, no entanto, é preciso se atentar a outro fator bem importante: pulseiras, alianças, anéis e demais adornos devem ser retirados. Esses objetos costumam acumular microorganismos e, por isso, é necessário higienizá-los separadamente.

Quando higienizar?

A higienização das mãos pode ser tida como obrigatória antes durante e depois do preparo de qualquer alimento; antes de tocar em qualquer coisa que vá à boca de um bebê; antes e depois de pegar numa pessoa doente; após coçar ou assoar o nariz; antes e depois das refeições; antes e após ir ao banheiro; antes e depois de tratar algum machucado ou ferimento; depois de trocar fraldas ou ajudar uma criança a ?se limpar; depois de tocar, alimentar ou limpar um animal; depois de manipular a comida ou objetos de seu gato ou cachorro e depois de tocar no lixo.

Dentro do ambiente hospitalar, a Anvisa determina cinco momentos como ‘determinantes’ para a higienização: antes do contato com o paciente; antes da realização de algum procedimento (como troca de curativo ou punção, por exemplo); após o risco de exposições a fluidos corporais como saliva ou sangue; após o contato com algum paciente e após o contato com alguma área que teve contato com o paciente. Quando se trata de um acompanhante que vai visitar um paciente, as regras também devem ser observadas: é preciso higienizar as mãos ao chegar no quarto/enfermaria e ao sair do local.

Campanha

Para reforçar a importância da higienização das mãos, o Hospital Uopeccan de Cascavel e Umuarama vai promover, durante todo o mês de maio, a campanha “A saúde do paciente está em suas mãos”. “Dentro dos hospitais, estaremos orientando pacientes e colaboradores sobre a higienização e também faremos vídeos falando sobre o assunto. Além disso, também vamos fazer algumas ações externas, com contato direto com a comunidade, onde poderemos dar orientações que fogem um pouco do ambiente hospitalar, mas que se aplicam ao cotidiano das pessoas”, explica Marisa.

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