O ambulatório de infectologia realizará ações durante o ano todo  Foto: Divulgação
O ambulatório de infectologia realizará ações durante o ano todo Foto: Divulgação

Programação em Umuarama desenvolve ações de combate à hanseníase

Em referência ao Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, lembrado no último domingo de janeiro, a Secretaria de Saúde de Umuarama oferece à população nesta quinta-feira, 1º, palestra com a médica Priscilla Sala, que atende a essa patologia.

A apresentação acontecerá a partir das 13h30, na sede da Apromo (Associação de Apoio à Promoção Social), entidade que atua no acolhimento e atende na Rua Montevidéu, 4378, no conjunto habitacional Guarani III.

A organização é do Ambulatório de Infectologia do município. A doutora Priscilla Sala abordará os cuidados recomendados, os principais sintomas e os meios de combater a doença, facilitando a compreensão ao público para que todos entendam a importância da prevenção e do tratamento adequado da hanseníase. Atualmente, 19 pacientes encontram-se em tratamento em Umuarama.

Conhecida vulgarmente como lepra, a doença é infecciosa, contagiosa e afeta os nervos e a pele das pessoas expostas ao bacilo Mycobacterium leprae. Sem tratamento, os ifectados eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro).

O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite a doença. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a doença, somente um pequeno percentual, em torno de 5%, adoecem.

O Ambulatório de Infectologia – que funciona no Posto de Saúde Central, ao lado do Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cisa) e da Delegacia de Polícia Civil – realizará ações durante o ano todo voltadas à hanseníase.

“Em conjunto com a Atenção Primária em Saúde, estamos realizando todo o mapeamento para que possamos identificar a localidade com maior público. Nosso tema durante o ano será ‘Hanseníase tem cura’, uma frase que levaremos à população para reforçar que os pacientes podem ser curados, desde que a doença seja identificada e ele se submeta ao tratamento completo”, explicou o coordenador do ambulatório, Fábio Higino Barzon.

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