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Saúde

Regional de Umuarama tem 75 casos confirmados de dengue desde agosto

A cidade de Douradina está em situação de alerta, sendo uma das que mais tem incidências da doença no Paraná

Foto: Arquivo OBemdito

REDAÇÃO O Bemdito 4 de dezembro de 2019 08h58

A Secretaria Estadual de Saúde divulgou na terça-feira (3) o novo boletim epidemiológico da dengue. No Paraná há 1.869 casos confirmados desde agosto, 305 a mais que na semana anterior. Deste total, 1.480 são autóctones - contraídos no município de residência.

Na Regional de Umuarama há 344 notificações da doença e 75 confirmações. Uma dessas está em situação de alarme, registrada na cidade de Douradina. Na última semana, 68 casos haviam sido confirmados. Os outros sete foram adquiridos ao longo desta semana.

Da região, Douradina é o único município que está em situação de alerta, com 22 casos confirmados e um índice de incidência por número de habitantes que chega a 220%.

Umuarama possui 176 notificações e 30 casos confirmados. Cinco a mais que na última semana. Confira as cidades com casos confirmados na 12ª Regional: Alto Piquiri (1), Altônia (3), Brasilândia do Sul (1), Cruzeiro do Oeste (3), Douradina (22), Iporã (5), Ivaté (2), Mariluz (3), Perobal (3), São Jorge do Patrocínio (2), Umuarama (30).

No Paraná aumentaram os municípios em situação de alerta. Eram dez e agora são doze, com Cianorte e Doutor Camargo integrando essa lista.

Os outros municípios em alerta são: Lindoeste, Juranda, Douradina, Indianópolis, São Carlos do Ivaí, Flórida, Munhoz de Mello, Florestópolis, Leópolis e Uraí.

Em situação de epidemia estão oito municípios, um a mais que na semana anterior. Nova Cantu, Quinta do Sol, Inajá, Santa Isabel do Ivaí, Ângulo, Floraí, Uniflor e Colorado atingiram este patamar e somam 713 casos autóctones. O Paraná apresenta 12.254 notificações para a dengue do dia 28 de julho até agora.

Outro dado divulgado pelo boletim é o do Levantamento Rápido de Índice de Infestações (Lira) que mostra a porcentagem entre o número de imóveis pesquisados e o de imóveis onde os criadouros do mosquito foram encontrados.

O levantamento mostra que 72,9% dos criadouros estão nos domicílios. Segundo o estudo, 43% dos criadouros foram localizados em recipientes plásticos, garrafas e latas, acumulados destampados nos quintais das residências e em entulhos de construção, caçambas e latas de tintas também deixadas abertas nos quintais.

Outros 23,5% estão nos depósitos de água a nível do solo e 22,6% estão nos pratinhos de vasos de plantas, recipientes de degelo de geladeiras, bebedouros, pequenas fontes ornamentais.

O estudo mostrou que 7,3% foram encontrados em pneus e 5,3% em tanques em obras, borracharias e hortas; calhas lajes e toldos em desníveis, ralos de sanitários em desuso, piscinas não tratadas, cacos de vidro em muros e floreiras e vasos nos cemitérios.

“Reforçamos a orientação de que as medidas de prevenção contra a dengue precisam ser adotadas por toda a população, pois o verão está chegando e os casos da doença podem aumentar. A participação da sociedade no combate ao mosquito da dengue é fundamental”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

“Podemos observar pelo LIRA que 72,9% dos criadouros estão nos domicílios, por isso a recomendação para que todos verifiquem em suas casas e eliminem os focos de água parada”, complementa a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria, Ivana Belmonte.

Confira aqui o boletim completo.

(Informações: Redação e AEN)

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