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Colunista

A dor somente acabou quando reconheci o narcisismo a que fui exposta!

ANDRÉA SEFRIAN (*) O Bemdito 8 de dezembro de 2020 22h22

Em suma, toda dor precisa ter a causa reconhecida para ser curada. Foi então que descobri que a origem da minha dor, tinha nome: Narcisismo. – (O Transtorno de personalidade Narcisista é um distúrbio no qual uma pessoa tem um senso muito inflado de auto importância, são pessoas que mantêm a opinião muito elevada sobre si mesmas, tem necessidade de admiração, falta de empatia, e a crença de que as outras pessoas são sempre inferiores de alguma forma.)

Foi então que percebi... Eu cresci carregando muita dor no coração, muita insegurança, um sentimento de desvalorização enorme, medo de ser eu mesma, me sentia um nada.

Necessitava de qualquer forma de amor do outro para existir. Atraí relacionamentos em que esse sentimento só piorava, mendigando e pagando para ser amada.

Em muitos momentos também fui narcisista, afinal dependia de toda forma do olhar do outro para me sentir viva, reconhecida, amada e importante, pois algo na minha infância não foi incondicionalmente validado, para que minha criança interior se sentisse completa e amadurecesse saudavelmente.

Eu fui julgada, exposta, machucada e me identifiquei com tudo isso, carregando muita culpa por ser eu mesma, a ponto de querer morrer aos poucos, cheguei a tomar calmantes para conseguir dormir. A minha alma e minha possibilidade de vida haviam sido sequestradas da minha subjetividade.

A busca pela causa da dor somente acabou quando trouxe para a consciência a origem dela: o narcisismo a que fui exposta, em relacionamentos afetivos, com “amigos”, familiares, etc. Existem muitos deles entre nós.

O que eu sentia não eram minhas verdades, e sim identificações da minha mente com todo abuso que fui exposta.

Assim que tomei consciência e fui curando as dores da minha alma, a minha luz voltou a brilhar e a vontade de viver também. Eu nunca mais permiti que alguém me diminuísse ou me sufocasse novamente. Colocando saudavelmente limites necessários em muitas relações. Com isto, naturalmente passei a me amar mais e manifestar minhas alegrias.

E finalizo este relato, te dizendo meu caro leitor... Não é somente sobre teoria, mas sobre entender sua dor, porque sou humana, e também já senti dores e superei histórias, assim como você!

Você também merece a sua vida, lute por ela! E se precisar de ajuda, conta comigo!

Com amor... Andréa!

 

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