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Polícia

Candidato a guarda do Depen é preso por documentos falsos

A Polícia Civil investiga o caso
A Polícia Civil investiga o caso
Foto: Agência Estadual de Notícias

AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS O Bemdito 15 de julho de 2020 14h42

Um candidato que participava do processo seletivo para Guarda Prisional do Departamento Penitenciário do Paraná foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (15) após apresentar documentos falsos. A prisão aconteceu na sede do Depen, em Curitiba, durante a apresentação dos candidatos e entrega dos documentos.

“O processo seletivo do Depen foi extremamente rigoroso.  Através de uma análise documental se verificou que o candidato apresentou documentos falsos. Em razão disso, foi dado a ele a voz de prisão em flagrante e foi encaminhado à Central de Flagrantes de Curitiba", disse o diretor-geral do Depen, Francisco Caricati.

De acordo com o presidente da comissão do processo seletivo do Depen, delegado Renan Ferreira, o homem apresentou os documentos primeiramente no site da Universidade Federal do Paraná, como determinava o edital. “Com o item submetido, a Universidade Federal do Paraná analisou e viu que a certidão de “nada consta” não tinha nenhuma pendência, ele foi aprovado e convocado para assinar o contrato hoje”, explicou.

Assim que saiu a convocação, o Depen foi informado de que haveria procedimentos pendentes, contrariando o documento apresentado pelo candidato. “Começamos a averiguar e esperamos para ver o que seria apresentado. Ele apresentou formação em Direito e dois documentos específicos, que são uma declaração de que nunca tinha sido condenado ou indiciado, e uma certidão de “nada consta”, disse o delegado.

No entanto, há um procedimento correndo no Depen. “Inclusive, o recurso dele está marcado para julgamento nesta quinta-feira (16), já tendo sido condenado em primeiro grau”, afirmou. Quando questionado sobre o documento, ao delegado o homem teria afirmado que recebeu a certidão de um amigo.

“Verificamos junto ao Recursos Humanos e o documento que ele recebeu dava conta de que tinha sido condenado pelo Conselho Superior do Depen, com rescisão contratual. Essa certidão foi falsificada”, contou Renan.

HISTÓRICO - O candidato já trabalhou no Depen e foi demitido após ser acusado de facilitar e fornecer informações para uma fuga que ocorreu na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), em setembro de 2018, em que 29 presos fugiram após a explosão do muro da penitenciária. Ele ainda responde ao processo na Justiça.

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