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Polícia

Condenado no caso Tábata responde a outro inquérito de estupro em Umuarama

Família da menina chorou com a decisão que condenou o réu a 41 anos de prisão. Ele deve ficar 24 anos preso

Foto: Reprodução Redes Sociais

REDAÇÃO O Bemdito 16 de outubro de 2020 11h27

Eduardo Leonildo da Silva, 33 anos, condenado nesta quinta-feira (15) pelo estupro e assassinato da menina Tábata Crespilho, responde a outro inquérito de estupro em Umuarama. A informação foi confirmada à imprensa pela promotoria e o inquérito corre em segredo de Justiça.

Durante o júri, que teve sete mulheres como juradas, Eduardo negou que tenha cometido o estupro, mas por orientação da defesa assumiu o crime, mas não informou como foram os últimos momentos da menina.

O promotor, Alex Fadel, disse que Eduardo é uma pessoa “seca”. O condenado prestou depoimento de forma virtual e já estava preso em Curitiba. Apesar da pena total ser de 41 anos, um mês e 15 dias ele deve ficar em regime fechado por ‘apenas’ 24 anos.

Além do caso Tábata e do inquérito que corre em segredo em Umuarama, Eduardo já foi condenado pelo assassinato de Ana Maria Rosenes, 16 anos, ocorrido em Chopinzinho, em 2010.

O júri ocorreu na cidade e ele foi condenado em 2012 a seis anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver.

(OBemdito com CGN)

Confira a entrevista com o promotor:

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