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Polícia

Delegado fala sobre a prisão de acusados de morte de taxista

Mandado de prisão temporária foi expedido pela justiça e os jovens foram detidos e encaminhados para a carceragem de Umuarama

O delegado Adaílton Ribeiro Junior
O delegado Adaílton Ribeiro Junior
Foto: Ricardo Trindade/ OBemdito

REDAÇÃO OBEMDITO O Bemdito 18 de novembro de 2019 19h00

O delegado de Alto Piquiri, Adaílton Ribeiro Junior, falou com a imprensa no final da tarde desta segunda-feira (18) sobre a prisão dos dois acusados de terem sequestrado e assassinado o taxista Osvaldo Borges, 64 anos. A vítima foi morta a facadas e seu corpo foi localizado em uma estrada rural próxima a Iporã.

Os detidos são Mateus Alves, 18 anos, e João Vitor Duarte Vieira, 19 anos. Eles foram presos na cidade de Toledo nesta segunda-feira e transferidos para a carceragem da Delegacia de Umuarama. O delegado, juntamente com integrantes do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 7ª Subdivisão e o Sargento De Vergennes, da Polícia Militar de Alto Piquiri, efetuaram as prisões. Adaílton informa que os jovens estavam em outra comarca por questão de segurança e informaram a polícia onde estariam.

O desaparecimento de Borges aconteceu na noite de quinta-feira (14). No sábado (16) os dois suspeitos se apresentaram na delegacia de Alto Piquiri e um dos rapazes confessou o crime. O corpo foi localizado no sábado.

Como não havia mais a situação de flagrante, a dupla não permaneceu presa. Depois disso, o delegado fez o pedido de prisão temporária de ambos e a justiça autorizou. “O pedido da prisão foi realizado para apurar as motivações e os detalhes do homicídio”, diz o delegado. Após o período da prisão temporária cabe à justiça decidir sobre os próximos trâmites.

Conforme o delegado, a investigação ainda está em andamento e outras pessoas devem ser ouvidas. Relatos dos acusados são de que haveria um terceiro envolvido no crime, o que ainda está sendo analisado. Adaíton explica que os três jovens estariam em uma casa consumindo bebidas alcoólicas e, possivelmente, drogas. Na sequência decidiram contratar o serviço de taxi e, depois disso, os fatos aconteceram. A motivação do crime não foi revelada pelo delegado, pois ele considera que não há necessidade de causar mais dor à família da vítima.

A investigação também deve se concentrar em outro aspecto do caso. Os acusados do crime informaram à Polícia Civil que venderam o carro de Osvaldo, por aproximadamente R$ 1 mil. No entanto, não disseram quem foi o comprador. Eles ainda declararam que após o crime dormiram em Umuarama e retornaram para Alto Piquiri no dia seguinte.

O delegado diz que até o momento a Polícia Civil, com apoio da Militar, concentrou esforços em identificar os suspeitos, confeccionar o pedido de prisão temporária e efetuar a prisão. Agora serão investigados outros aspectos do crime – como coletar informações de um segundo taxista, do suposto terceiro envolvido no crime e quem teria adquirido o carro.

 

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